Modificada no ocidente, em meados do século
XI, a Kabbalah referia-se à escola do pensamento judaico e tinha relação
com seu misticismo.
Com o tempo, ganhou força e foi utilizada por grupos
diferentes, como cristãos, filósofos e neo pagãos.
Isto fez com que ela
sofresse sérias alterações em seu contexto original, e passasse a ser
associada a grupos religiosos, escola mística e até mesmo filosófica.
No Brasil, a Kabbalah Egípcia é aplicada pelo professor
Gilberto Bacaro, o único nas Américas, e um dos poucos no mundo.
Para realizar o cálculo,
Bacaro utiliza a data de nascimento da pessoa e, a partir daí, consulta
três tabelas que resultam numa sequência de números. "Esses números compõe
o pentagrama do destino desta pessoa e de sua família.
A partir disso, é possível saber todos os karmas de vidas passadas e
aos karmas familiares de cada encarnação, além da profissão, relacionamento,
períodos positivos e negativos e saúde",
diz Bacaro.
O pentagrama é uma forma simples de estrela onde está representada
as cinco fases da vida das pessoas: nascimento, infância, maturidade,
velhice e morte.
Cada espaço do pentagrama tem uma representação: o centro
- elemento terra, representa o nascimento; ponta um - elemento terra,
representa o espírito, a encarnação e se apoia nas outras quatro pontas;
ponta dois - elemento ar, produz as forças do crescimento e desenvolvimento;
ponta três - elemento ar, representa as forças dos elementos da natureza,
inteligência e criatividade; ponta quatro - elemento metal, representa
a energia, as mudanças, e as transformações na vida pessoal e a ponta
cinco - elemento metal, representado pelo entardecer, o repouso merecido
e as emoções do inconsciente.
Assim, após a realização da kabballah Egípcia,
a pessoa consegue adquirir uma visão objetiva da vida, para que possa
compreender melhor os períodos negativos e analisar a sua movimentação
kármica. |